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8 razões pra conferir The Voice US

Então, gente, chega de saudade – mas só um pouquinho, ok? Porque essa é a semana das novidades. Comic Con rolando, indicações ao Emmy dando o que falar… Quanta coisa, não?

Mas calma! Falar tudo de uma vez, não dá. Então a gente vai aos poucos, pelas beiradinhas. Primeiro, vamos falar de Emmy. A lista de indicações parece guiada por talento de verdade esse ano, sem falar do reconhecimento da internets como mídia televisiva – desculpe, mas era impossível negar isso depois do banho de Kevin Spacey. E nem preciso falar dos charmes de Hemlock Grove, né?

A lista das indicações de reality shows e programas não ficcionais está recheada de surpresas. Uma delas é The Voice desbancando American Idol no coração da Academia. É a segunda vez que isso acontece nas indicações do Emmy – mas foi a primeira vez que American Idol foi solenemente delegado às sombras. Parece que o reinado de Christina Aguilera, Cee-Lo Green, Adam Levine e Blake Shelton (e agora, também Shakira e Usher) está começando.

O Emmy desse ano levou em consideração a terceira temporada do show – quando X-Tina ainda estava lá – para grande parte das indicações, embora alguns episódios da 4ª temporada também estejam na corrida.

Mas e daí? O Emmy só reconhece o que a gente já sabia há muito tempo. The Voice é uma delícia. Não é “só” um show de talentos, é entretenimento válido, com polêmicas deliciosas e momentos hilários – além de música bacana e vozes ótimas. Vocês duvidam? Então vamos lá. 5 momentos das duas primeiras temporadas que mostram por que The Voice é tão querido.

Vicci Martinez faz a Dolly Parton

Essa é antiga, vem da primeira temporada. Vicci Martinez não era exatamente queridinha do público, mas soube entregar performances memoráveis. Essa está na lista – porque cantar música de corno  sem ter a comissão de frente da Dolly Parton é para os fortes.

Jamar Rogers brilha mais que Lenny Kravitz

Todo mundo adora cantar essa música do Lenny Kravitz. Mas Jamar Rogers se superou – e superou o original – quando entrou no palco no melhor estilo Michael Jackson (jaquetinha vermelha, gente, só faltou dançar) e botou pra quebrar.

Dia Frampton faz Kanye West soar como música de qualidade

Kanye West fez algo decente da vida e… Não, pera. A música dele é um saco. Mas a Dia Frampton fez um milagre aqui – eu só saquei que era uma música do Kanye West no fim da apresentação. Muita gente ficou arrepiada com a performance dessa mocinha pequenininha.

Juliet Simms, aprendiz de Florence Welch

A primeira coisa que veio na veneta quando Juliet Simms iniciou sua blind audition foi “Florence POSER!”. Essa impressão não desapareceu durante a temporada. Mas sou obrigada a reconhecer, ela mandou muito bem na Roxanne.

Nakia, o havaiano que foi Khal no palco

Nakia era o integrante folgado da equipe do Cee-Lo que tinha tudo pra dar errado, mas despontou como uma das maiores estrelas do show. A performance dele cantando Kings of Leon foi mágica!

Erin Martin, uma vozinha delicada


Erin Martin era um rostinho bonito. Não, pera. Ela era um rostinho bonito com uma voz fenomenal. Todas as performances dela foram deliciosas, mas a primeira, a gente nunca esquece.

Tony Lucca, o Manolo do Clube do Mickey

A participação desse Manolo foi bem engraçada. No início, ninguém deu nada – mas ver a ex-coleguinha reconhecer, ser toda feliz nos bastidores e a maior crítica-inimiga-bruxa-malvada com ele no palco dava pano pra manga. Tony Lucca superou expectativas e ganhou o público.

Beverly McLellan: ROCK!

Ela foi tão bacana, mas tão bacana, que criou um precedente: agora TODA edição de The Voice tem que ter um bom roqueiro pra representar. Beverly foi genial do começo ao fim. Não dá pra escolher a melhor das apresentações dela – foram todas geniais. A NBC sabe disso e esconde todas as apresentações da Beverly a sete chaves (eles querem o rock só pra eles). Então fica uma palhinha da awesomeness.

Pois é. Tá vendo quanta coisa boa? E você achando que era só mais um showzinho de talentos… Até a próxima!

Lekkerding 237 posts

Cúspide e Gêmeos e Câncer. Corinthiana não praticante. Indie até os ossos. Advogada. Blogueira. Eterna estudante. Jogadora de handebol e de rugby, aposentada compulsoriamente. Fã de cerveja, de um bom papo, da internets e da (boa) política. Amante de David Bowie e de Florence & the Machine. Chata. Sem mais.

"Quem sabe respirar o ar de meus escritos sabe que é um ar das alturas, um ar forte. É preciso ser feito pra ele, senão há o perigo nada pequeno de se resfriar. O gelo está próximo, a solidão é monstruosa (...) Quanta verdade suporta, quanta verdade ousa um espírito? Cada vez mais tornou-se isto pra mim a verdadeira medida de valor. Erro não é cegueira, erro é covardia... Cada conquista, cada passo adiante no conhecimento é consequência da coragem, da dureza consigo, da limpeza consigo... Eu não refuto os ideais, apenas ponho luvas diante deles... Lançamo-nos ao proibido: com este signo vencerá um dia minha filosofia, pois até agora proibiu-se sempre, em princípio, somente a verdade."

Friedrich Nietzsche

Porque toda semana - lembrem-se, minhas semanas são relativas - deixarei algo bacana pra vocês verem/ouvirem. Espero que gostem das escolhas.