blog-post-img-3811

8 saudades de Fringe

Hiatus. Aquele período negro da vida do seriador, onde o tédio se instala, as notícias são esparsas, a mid season é muito chata e não tem nada na internet pra fazer. É aí que bate a saudade e a gente vai “brincar” na Rua da Memória.

Pra equipe do Hipnoseries, não é diferente. E cá estamos nós na Semana da Saudade. Segunda-feira, choramos Gilmore Girls. Na terça, todo mundo dançando Galway Girl e lembrando do Gerry, aquele irlandês todo lindo que ganhou o coração da Hillary Swank só pra morrer depois. Isso, sem contar as reprises das saudades: Nirvana, BarlowGirl, Desperate Housewives, os eternos (e incríveis) desenhos da TV Manchete e do SBT… Hoje, tem Fringe na carona. Sim, aqui vai uma lista dos 8 momentos mais saudosos de uma das séries mais legais EVER na TV americana. A última herdeira legítima de Arquivo X – saudades de Mulder e Scully – e… Enfim. Depois de muito lembrar e de muito catar caquinhos dos corações partidos (né, dona Lys?), eis o que reunimos.

8 – Ele vê flores em você

AH! Walter e as flores em Fringe. Toda vez que esses dois se juntam, a gente se emociona de algum jeito. Em dois atos: primeiro, a redenção de Peck. Dizem que esse foi um dos episódios mais poéticos da série, e esse, um dos momentos mais tristes. Todo Fringemaníaco que se preze sofreu com o grande segredo do Walter. Quando a redenção chega, do jeito mais improvável ever (coisa normal em Fringe)… Foi um momento todo especial.

7 – Ele vê flores em você [2]

Eu disse que eram 2 atos! Quem pode esquecer da glória do 80’s power do Walter na última temporada? E da flor da esperança surgindo super poderosa no meio da devastação causada pelos Observadores? Ninguém, claro. Walter Bishop tinha o dom de fazer das flores as coisas mais mágicas da Terra.

6 – Cadáveres cantores

Ah, Walter Bishop e suas maluquices. Vai fazer falta, não é mesmo? Nunca mais Walter vai errar o nome alheio – só porque ele quer, e daí? – e nos encantar com isso. Ficam os cadáveres cantores, do episódio musical de Fringe (!!!!) pra simbolizar essa saudade.

5 – Walter Bishop sempre tem um plano

Todo fringemaníaco que se preze teve um mini-infarto nessa cena. Como assim, matar a Olivia? COMO ASSIM, ELA MORREU? NÃO, ELA NÃO PODE MORRER! WALTER, O QUE VOCÊ FEZ?

Enquanto nós – e o Peter – assistimos, perplexos, a Olivia caindo morta, Walter mantém toda a calma do mundo e mostra que tinha um plano o tempo todo. Valeu, Walter, pelos 2 minutos mais tensos da TV.

4 – Olivia, a X-9 entre universos

É um daqueles momentos loucos de Fringe, onde você percebe de quem é a culpa de tudo que aconteceu antes (e depois). Tadinha, ela era só uma criança e não tinha ideia do que ia desencadear. Mas foi ela, Olivia Dunham, quem começou a guerra entre universos. Vejam só.

 3 – “A Física é uma chata”

William Bell é o guru das aparições triunfais. Quantas dessas a gente consegue contar? Bom, essa é uma dessas. Pena que a cena foi dividida em duas partes (mas o resto dela está aqui).

2 – O Peter de outro mundo

Fringemaníaco que se preza já sabia dessa bem antes (em teoria, como o bom leitor de Crônicas de Gelo e Fogo sabia o que ia acontecer bem antes da HBO exibir o Casamento Vermelho). Mas o momento da revelação não deixou de ser mágico por isso.

1 – September, o careca mais fantástico dos Universos

Toda vez que September aparecia na tela, algo muito legal – para o bem ou para o mal – acontecia. Mas sua melhor aparição-reviravolta da série tinha que ser deixada para a última temporada. Cereja de bolo, não é mesmo? Pois é. Na minha opinião, não precisava ter final depois dessa cena.

Bom, isso é tudo por ora. Fringe foi uma série tão fantástica, e tão cheia de AWESOMENESS, que mal conseguimos lembrar desses momentos épicos sem precisarmos remover partes de nossos cérebros pra não ficarmos loucos!

E você? Qual a sua saudade de Fringe? Conte aí! Enquanto isso, a gente vai ali chorar no cantinho. Saudade da série =(

Lekkerding 237 posts

Cúspide e Gêmeos e Câncer. Corinthiana não praticante. Indie até os ossos. Advogada. Blogueira. Eterna estudante. Jogadora de handebol e de rugby, aposentada compulsoriamente. Fã de cerveja, de um bom papo, da internets e da (boa) política. Amante de David Bowie e de Florence & the Machine. Chata. Sem mais.

"Quem sabe respirar o ar de meus escritos sabe que é um ar das alturas, um ar forte. É preciso ser feito pra ele, senão há o perigo nada pequeno de se resfriar. O gelo está próximo, a solidão é monstruosa (...) Quanta verdade suporta, quanta verdade ousa um espírito? Cada vez mais tornou-se isto pra mim a verdadeira medida de valor. Erro não é cegueira, erro é covardia... Cada conquista, cada passo adiante no conhecimento é consequência da coragem, da dureza consigo, da limpeza consigo... Eu não refuto os ideais, apenas ponho luvas diante deles... Lançamo-nos ao proibido: com este signo vencerá um dia minha filosofia, pois até agora proibiu-se sempre, em princípio, somente a verdade."

Friedrich Nietzsche

Porque toda semana - lembrem-se, minhas semanas são relativas - deixarei algo bacana pra vocês verem/ouvirem. Espero que gostem das escolhas.