Stardust – o filme e a promo

O mundo precisa de mais contos de fadas como Stardust. Pelo menos, é o que acho. Porque não é todo dia que descobrimos que as estrelas são lindas princesas. E não é todo dia que descobrimos reinos distantes, bruxas malignas e que o destino de todo mundo está nas nossas mãos – e que tudo depende do que a gente dá pra princesa do céu.

O livro, eu não li. Confesso o pecado. Todos falam das diferenças gritantes entre filme e livro, inclusive Neil Gaiman, autor da fábula moderna. Mas eu gostei muito de Stardust, e não sei se todas essas diferenças pesam tanto.

Aliás, vamos parar de chamar de filme, porque não descreve bem o quadro. É um espetáculo. Muitos atores bons, fotografia esplêndida, momentos de tensão (mesmo) e muitas, mas muitas risadas. Isso, sem contar e narrativa fascinante – também, só podia ser o Gandalf, o contador de histórias mais querido do universo – e o fato de que quase tudo isso acontece tudo-ao-mesmo-tempo-agora no filme.

É um conto de fadas, mas por alguma razão cósmica – e deliciosa – eles não vivem “felizes para sempre”; a vida é boa, mas só isso.  Deixa um gostinho de “missão cumprida”. O que eu sei é que adorei. A simplicidade da coisa encanta a todos.

Como disse antes: não li o livro. Mas o filme me deixou com vontade de conferir o que foi escrito. E outra: Stardust é só um pedaço de um mundo inteiro criado por Neil Gaiman. Ainda tem “Deuses Americanos” e “Os Filhos de Anansi” pra entender os pormenores de Stormhold.

Agora, Neil Gaiman soltou mais um pedaço desse quebra-cabeça. “O Oceano no Fim do Caminho” ocorre no mesmo mundo de Stardust – e isso foi o próprio Gaiman quem disse. Agora sim, ficou impossível resistir à leitura. Pra ajudar os amigos curiosos, o Hipnoseries e a editora Intrínseca estão sorteando um exemplar novinho em folha de “O Oceano no Fim do Caminho” e você pode concorrer clicando aqui e seguindo todos os passinhos. Não esqueçam de contar para os amigos: eles também merecem essa chance, certo?

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É isso, gente! Eu só posso falar do filme – e recomendo vivamente, é diversão garantida. Mas sabe quem leu o livro, e pode contar tudo (e mais um pouco) pra vocês? A dona Lys. Aguardem!