Versão brasileira

Desde Carmem Miranda e suas bananas, os brasucas fazem sucesso em Hollywood. O tempo passou, as coisas esquentaram bastante com Rodrigo Santoro, Bruno Campos, Morena Baccarin e Alice Braga. Agora, Wagner Moura se prepara para a conquista em Elysium, o novo filme de Neill Blomkamp. Além do caveira mais simpático do Brasil, tem Matt Damon encarnando uma versão alternativa de Jason Bourne.

Imaginem isso com lasers no espaço…

Aguardamos ansiosamente a estreia! Enquanto isso, que tal conferir algumas produções tupiniquins?

VIPS

Olha o Wagner Moura aí. Esse filme começa devagar, e o maior equívoco do espectador é achar que nada de interessante vai acontecer: isso é uma montanha russa disfarçada. No fim, você achar a história completamente maluca. Vai achar que uma coisa dessas não pode ter acontecido. Pois é… Aconteceu.

Estômago

Esse filme é uma joia rara. O título foi escolhido a dedo: tanto para as delícias quanto para os horrores da vida, a gente precisa ter estômago. Pois alugue este filme. Ou use o Pirate Bay. Enfim, não sei o que você vai fazer, mas no fim de tudo, você tem estômago para a trajetória de Raimundo Nonato?

Madame Satã

Brasil e França são responsáveis por trazer às telonas a nada mole vida de um ícone dos anos 30: João Francisco dos Santos Sant’Anna, o Madame Satã. É uma trama muito, muito empolgante.  A performance de Lázaro Ramos é assustadora, de tão boa. E a mão francesa na direção ilustra com todo o glamour possível o underground carioca da época.

Romance

Ok, este é um filme para garotas. Risos, flores e um final quase feliz: sim, é uma comédia romântica. Os protagonistas são Letícia Sabatella e Wagner Moura (ele está em quase todas). O enredo lembra bastante “Queridinhos da América”. Mas acho Romance mais gostoso de ver.

Como Esquecer

A dor da perda. Como lidar? Não, o filme não ensina, mas mostra os personagens tentando bastante. É um drama tenso, bem duro – e o rosto sem maquiagem (e absurdamente lindo) da Ana Paula Arósio prova isso. Não é o cine pipoca de sempre. E por isso, é uma ótima pedida.

Do Começo ao Fim

Há quem diga que é um filme polêmico. Sinceramente? É uma dessas histórias de amor que não se vê todo dia, e só. É um filme delicado, que faz a gente sorrir bastante. O enredo é tão cativante que acabamos ignorando solenemente o tal do tabu.

Então, pessoal, ficamos por aqui nessa versão brasileira que não é Herbert Richers, mas tem bastante coisa boa. Quem assistir e gostar (ou não), deixe recado aqui! Vamos adorar os pitacos. Até a próxima!